O site está pronto!

http://wilsonaragao.art.br/

 

Visitem!

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Hino de Piritiba

Composição de Wilson Aragão

Quando um raio de luz desce à terra
A semente se faz germinar
Novos ares adornam a vida
É o prenúncio do recomeçar.

Sob o céu de uma nova alvorada
No esplendor da Primeira estação
Nos soubemos Plantar primavera
Nossa gente não teme o verão

Sempre Deus nos indica o caminho
Piritiba é o caminho da paz
Nas montanhas, no riso do povo
Neste amor de quem sempre é audaz.

Nosso filhos serão sempre unidos
Festejando mais uma estação
Na tristeza nas horas alegres
Cantaremos mais uma canção

Nas montanhas, no riso do povo
Neste amor de quem sempre é audaz .
Sempre Deus nos indica o caminho
Piritiba é o caminho da Paz.

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Sertões e sertões

são joão de piritiba 1985

Regina Cajazeiras (flauta) e Ana Cristina (backing e solo)
Acho que foio primeiro Arraiá Capim-Guiné em Piritiba. Orlando Lima (1985).

A banda ainda tinha:
Mirian no backing vocal
Ivan Bastos no baixo
Ivan Huol na bateria
Luiz Gazzineo no violão
Espiga na Percussão

Turma Boa!

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Jardelino Satanás

jardelino satanás

É cheio de arenguetengue… é cheio de arte!!

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Velhos e Raros Registros – Por Ney Barbosa

Do pé da Serra do Orobó:

A máquina registradora de momentos disparou flashes repetitivamente há muito tempo atrás, com o único propósito: revelar imagens totalmente diferenciadas e sem repetições de paisagens, pessoas ou qualquer objeto.
Um baú enorme feito de madeira de lei, guarda em segredo, a revelação da mais linda foto, eleita por vários críticos da época.
O tempo passou e a máquina ficou velha com o tempo.
Tudo havia mudado…

Meu professor de história e geografia, Luiz Carlos Costa Brito, ficou com seus longos fios de cabelos e barba grisalhos, ensinando gerações e gerações, que o homem dá nome às coisas. Um novo nome ganhou a Vila de Orobó – passou a se chamar Ruy Barbosa – homenageando o jurista, escritor, jornalista, orador e político baiano. Assim como várias cidades, ruas, avenidas e até pessoas ganham novos nomes.
O aeroporto de onde embarquei para pesquisar o paradeiro do famoso baú recheado de fotografias, chamava-se: 2 de julho e ao retornar, ouvi a comissária de bordo anunciar que em alguns minutos pousaríamos no Aeroporto Internacional Luiz Eduardo Magalhães!
Levei um choque ao ouvir o anúncio. Imaginei ter embarcado em outro destino.
Procurei logo me identificar aos dirigentes do vôo, falei que naquele aeroporto até então desconhecido para mim, eu precisava de uma conexão rápida para Salvador, pois a minha busca pelo baú trancado em sete chaves permaneceria só até o próximo verão.

Eu que fazia parte da 9º turma que se aventurava atrás de uma história que para muitos não era verídica.
Eu sempre dormia e sonhava abrindo aquele baú, em um dos sonhos, tinha um certo cidadão chamado Jardelino Satanás, que revelou: No sertão de Piritiba, foi visto um caixote com sementes de capim-guiné dentro, que posteriormente virou cocho para alimentar gado no “currá”…
Imaginei: Wilson Aragão é o guardião de todos aqueles registros. Voltei atrás: Não! Ele não! Ele não planta capim!
Mesmo assim, acreditei em Jardelino (Jardel). Fui até o Engenho Velho de Brotas em Salvador, desci a Ladeira do Inferno a pé para tirar isso a limpo essa história.
Encontrei Aragão. Pela primeira vez eu estava diante do cantador, e da tão esperada e misteriosa foto, imaginei.
Depois dos cumprimentos, recebi o convite: Vamos comer um tatu? Eu sou ecológico mas, a turma me dá as coisas nas minhas andanças – disse com voz firme Aragão.
Topei na hora. Já sentados com a mesa posta, comecei a ligar as coisas: cocho para engorda de gado, a história da invasão dos bichos no sítio que ele plantou. Esse tatu na mesa, tem mistério, ah tem!

O tatu nem se formou no primeiro bolo alimentar eu já começava a questionar: Aragão, se você usou o baú, estou ansioso para ver o que havia dentro, se realmente existem as imagens. Cadê as fotos?
A resposta foi rápida, afinal ele é dinâmico:

Respondo-te em forma de cordel
Seu mal, foi acreditar em Jardel.
Jardelino conhece de cor São Cipriano
Já dormiu numa estranha sepultura
Fez um chá com as barbas de um bichano
Nas profundas mandou na prefeitura.

Eu me arrepiei todo!
Aragão disse mais, apontando para mim: Se é que existiu ou existe, sementes ou mudas de capim em cuia, cabaça, gamela, sei lá o que você mencionou aí, não me pertence, eu nem planto capim!
Num planto capim-guiné
Pra boi abaná rabo
Tô virado no diabo
Tô retado com você!
Num instante toco para você visitante, uma canção chamada Guerra de Facão, onde diz: A dor da gente é confiar de mais nos outros!
Você confiou em Jardel, se deu mal, mudou toda sua rota, e dificultou ainda mais a busca, pelo que você chama de velhos e raros registros.

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Foi em 2009 mas parece que foi ontem

CARTAZ show zeu lobo vecinho wilson aragao

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Capim Guiné A Historia Contada e Cantada

Wilson Aragão / Raul Seixas

“Fui ha uns 6 anos atras a Salvador e assistia um show de Elomar. Tinha um show de entrada de um tal de Wilson Aragão, que neste dia, com todo respeito ao mestre Elomar, deu um show melhor que o principal. No intervalo, sentou conosco, conversou, deu seu telefone, cartão e endereço, que eu disse “assim não mereço” ….Só não viramos a noite junto com sua turma, devido ser dia de semana e ter compromisso no outro dia muito cedo.

Sugestão: Vale a pena ir a Salvador só para conhecer Wilson Aragão.”

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